Esta sexta-feira, logo assim, de repente, é um dia que vai desta para melhor.
Por cá, a sexta-feira, o 30 de Dezembro, ainda se arrasta, mas, lá longe, na imensidão do Oceano Pacífico, ocorreu um salto na Linha Internacional de Mudança de Data.
Não há 30 de Dezembro. Samoa, seus poucos mais de 190 mil habitantes, e ainda um milhar de ilhéus dos atóis de Tukelau, sob controlo da Nova Zelândia, todos eles arrombam o fuso horário e fazem tábua rasa do 30 de Dezembro.
Saltam para o outro lado, para ocidente. Alinham relógio pela Austrália e Nova Zelândia em vez de ficarem no fuso que enquadrava estas ilhas para as bandas do Hawai. Tem que se lhe diga.
Há 119 anos quando a Alemanha, a Grã-Bretanha e os EUA disputavam o domínio deste arquipélago do Pacífico Sul os chefes tradicionais da Samoa optaram por ficar do lado oriental da recém-criada Linha Internacional de Mudança de Data. Assim facilitava-se o negócio com o Hawai e a Califórnia. Mas os tempos mudaram.
Há ainda uma Samoa sob controlo norte-americano, a parte oriental do arquipélago com 55 mil habitantes, mas as ilhas ocidentais tornaram-se independentes em 1962. O arquipélago continua onde sempre esteve: a meio caminho entre a Nova Zelândia e o Hawai; o negócio é que mudou, foi-se a hegemonia americana.
A Nova zelândia e a Austrália são agora os principais parceiros comerciais em vez do Hawai e da Califórnia. Logo não fazia sentido ter uma diferença de quase um dia, de menos um dia, em relação à Austrália e à Nova Zelândia.
Ao saltar para o lado ocidental da linha internacional de mudança de data a samoa passa a ficar com apenas 3 horas de diferença de Sidney, a uma hora de Wellington. Cinco da tarde na Samoa serão duas da tarde em Sidney, quatro da tarde na capital da Nova Zelândia. Assim, a Samoa independente e o Tukelau, já lá estão no 31 de Dezembro.
Saltaram um dia para nossa inveja que bem gostariamos de poder saltar um ano, escapar a esse 2012 que se anuncia horroroso.
Por cá, a sexta-feira, o 30 de Dezembro, ainda se arrasta, mas, lá longe, na imensidão do Oceano Pacífico, ocorreu um salto na Linha Internacional de Mudança de Data.
Não há 30 de Dezembro. Samoa, seus poucos mais de 190 mil habitantes, e ainda um milhar de ilhéus dos atóis de Tukelau, sob controlo da Nova Zelândia, todos eles arrombam o fuso horário e fazem tábua rasa do 30 de Dezembro.
Saltam para o outro lado, para ocidente. Alinham relógio pela Austrália e Nova Zelândia em vez de ficarem no fuso que enquadrava estas ilhas para as bandas do Hawai. Tem que se lhe diga.
Há 119 anos quando a Alemanha, a Grã-Bretanha e os EUA disputavam o domínio deste arquipélago do Pacífico Sul os chefes tradicionais da Samoa optaram por ficar do lado oriental da recém-criada Linha Internacional de Mudança de Data. Assim facilitava-se o negócio com o Hawai e a Califórnia. Mas os tempos mudaram.
Há ainda uma Samoa sob controlo norte-americano, a parte oriental do arquipélago com 55 mil habitantes, mas as ilhas ocidentais tornaram-se independentes em 1962. O arquipélago continua onde sempre esteve: a meio caminho entre a Nova Zelândia e o Hawai; o negócio é que mudou, foi-se a hegemonia americana.
A Nova zelândia e a Austrália são agora os principais parceiros comerciais em vez do Hawai e da Califórnia. Logo não fazia sentido ter uma diferença de quase um dia, de menos um dia, em relação à Austrália e à Nova Zelândia.
Ao saltar para o lado ocidental da linha internacional de mudança de data a samoa passa a ficar com apenas 3 horas de diferença de Sidney, a uma hora de Wellington. Cinco da tarde na Samoa serão duas da tarde em Sidney, quatro da tarde na capital da Nova Zelândia. Assim, a Samoa independente e o Tukelau, já lá estão no 31 de Dezembro.
Saltaram um dia para nossa inveja que bem gostariamos de poder saltar um ano, escapar a esse 2012 que se anuncia horroroso.
O Mundo num Minuto / TSF
30 Dezembro 2011
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